29 janeiro 2013

Atelier Musical: Vivências Musicais: Altura e Ritmo

Atelier Musical: Vivências Musicais: Altura e Ritmo: Vambora, gente... cá estou eu pra mais atividades para os pequenos (4 a 6 anos). Esta é outra atividade que também pode ser encaixada n...

17 setembro 2010

Figurinhas de mim

Mais uma vez, tento juntar as figurinhas para compor o álbum.
Agora, mudanças se avizinham de nós, muitas mudanças.
Changements.

http://www.youtube.com/watch?v=TEw2Rz5TfY8&feature=player_embedded

"O pó da estrada fica em minha roupa,

O cheiro forte da poeira levantada,
Levando a gente sempre mais à frente,
Nada mais urgente,
Que o pó da estrada,
Que o pó da estrada."(Sá, Rodrix e Guarabyra)

08 outubro 2009

Bianca


Hoje faz dois anos que muita coisa mudou.

Dois anos de tentar aprender, tentar acertar. Dois anos de tentar tirar de mim o melhor e passar para essa pessoinha, que de pequena só tem o tamanho.Que tanto me ensina e que todos os dias me lembra de que sou responsável por uma vida inteira.

Minha querida, quero que você encontre muitos tesouros em sua vida.

Obrigada, muito obrigada. Te amo, por todos os dias da minha vida.
Mamãe



12 fevereiro 2009

Eu quero é botar meu bloco na rua!

Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil...
Se você fosse sincera, ôôô ô Aurora ...
Alalaooooooo mas que caloooooooor

Vamos brincar o carnaval!!!

06 junho 2008

A minha menininha e a menininha do Zé Preto.
Que chuchuzinhas!!!

Por que mais perto?

Por quê?
Pela distância.
Acho necessária uma reaproximação de pessoas importantes nesse momento.
Engraçado, tenho andado pensativa, talvez até um pouco melancólica.
Ontem Rosina e Célia foram à minha casa,ia a Bukowitz, não foi e me ligou hoje,mas não me encontrou. Eu estava vivenciando outra arte do encontro com Marcelinha e André-Uhu-Nova-Iguaçu, um até logo e um aniversário. Só com eles, não! Com uma boníssima parte da Gerência de Educação da Ferremê. Divertidíssimo! Muita comida chinesa, muita risada, uma delícia!!! Acho que a Marcelinha e eu ainda iremos fazer outra coisa comum, deve estar escrito. É muita perseguição e ainda temos muitas novidades pela frente!!!

Voltando às meninas do Altivoz na minha casa...
Quanto tempo... Viram minha Bianca, fofocamos como se o tempo não tivesse passado.
Passou, mas deixou restos sólidos.
Passou, e agora vemos o que dá para fazer com vários amigos que quase não se vêem mais. Dá para jogar muita conversa fora. Dá para vivenciar amizades que se afastaram - sabe-se lá por que. Dá, também, para fazer comidinhas e bebidinhas e bancar a dona-de-casa quase perfeita.
Só não deu para tirar fotos, pois, para variar, esqueci.

Acho que estou me emendando perante os amigos. Aos poucos.
Adoro meus amigos e tenho muita saudade deles.

05 junho 2008


Minha música
Minha música não quer Ser útil Não quer ser moda Não quer estar certa... Minha música não quer Ser bela Não quer ser má Minha música não quer Nascer pronta... Minha música não quer Redimir mágoas Nem dividir águas Não quer traduzir Não quer protestar... Minha música não quer Me pertencer Não quer ser sucesso Não quer ser reflexo Não quer revelar nada... Minha música não quer Ser sujeito Não quer ser história Não quer ser resposta Não quer perguntar... Minha música quer estar Além do gosto Não quer ter rosto Não quer ser cultura... Minha música quer ser De categoria nenhuma Minha música quer Só ser música Minha música Não quer pouco...
Adriana Calcanhoto

Vão-se os dedos...

Pois é, não é bem esse o ditado, mas a verdade é que ultimamente tenho me sentido mais ou menos assim: vão-se os dedos, ficam os anéis.
Por quê? Porque ficou muita música boa para trás, porque comigo ficaram muitas lembranças preciosas, porque além de muitos instrumentos sem percussionistas para tocar, ficou calada uma vontade imensa de contribuir para a divulgação de tanta coisa que eu julgo importante, e que está dentro de mim. Não que eu seja única, longe disso. Eu sou mais uma, dentro de um monte, ou de alguns, sei lá. Simplesmente, vivi algumas coisas e procurei em alguns becos e vielas por onde nem todos passaram, digamos assim.

Minha produção atual mudou mesmo de foco, virou produção de gente. Passar valores, músicas, tradições que valem à pena, sons, gostos e cheiros. Carinhos e abraços. Cores. Muitos, muitos sorrisos... assim, recupera-se um pedaço da mão, quiçá a mão toda.

A vida dá muitas voltas, e tenho certeza de que os dedos e os anéis irão se encontrar, e junto com pulseiras, colares, vozes e tambores, falarão a todos que quiserem entender.

Demorei muito tempo para digerir, confesso que nem mesmo sei se ainda tenho algumas "dores de barriga" de vez em quando mas, à medida que o tempo vai passando, a tendência é melhorar, e qualquer dia é para sempre.

Acho que conseguirei recomeçar a escrever. Torçamos.

18 agosto 2006

Quer sugerir links e artigos? Fique à vontade!!! A casa é sua!!!
envie e-mail para nós: pixainho@yahoo.com.br

17 agosto 2006

Essa é a Cláudia Prestes, no Café Brasil, em São Pedro da Serra...

15 agosto 2006

ô de casa, deixa eu me apresentar...

Olá amigos, sou a Cláudia Picanço, do Grupo Pixainho.
Cantamos Cultura Popular do Brasil, e existimos desde 2002, quando um grupo de mulheres que cantavam juntas resolveram formar o Pixa, para botar para fora a vontade de mostrar a todo mundo a riqueza das tradições e ritmos brasileiros.
Depois de algumas formações diferentes, o Pixainho hoje é integrado por seis cabras da melhor qualidade, cada um com uma história diferente dentro da música:
Cláudia Picanço
Claudia Prestes
Clarice Tavares
Daniella Wergles
Gilberto Gomes
Paulo Ney Muniz


O Pixainho vem “cantar uma história”. E falar de uma gente: de negros, de índios, de brancos; caboclos, mulatos, cafusos... Falar desse encontro e de seus belíssimos resultados. Mas fala através da música e, para tanto, traz em seu repertório cantos históricos, de uma época em que os negros chegavam ao Brasil através do tráfico; outros de sertões com o solo rachado pelo sol, onde se faz novena para chover...

O Pixainho traz a público canções de várias etnias e épocas, destacando como a mistura que deu origem a noção de “brasilidade”, de identidade nacional, é plena de riquezas, demonstradas pela pluralidade de histórias, ritmos e melodias. Tudo manifestação da alegria e da dor, da beleza e da arte: expressão e vida de uma gente brasileira que canta, que dança e que sonha, passando de geração a geração, ao longo de séculos, os costumes e as histórias que formam a base cultural de todo um País que se redescobre mais rico.

Jongo, reisado, cacuriá, repente, pajelança, baião, afoxé, coco, bumba-meu-boi, ciranda, congado, maracatu..., além de sambas eternizados nas vozes de Clara Nunes e Paulinho da Viola, dentre outros, e músicas revisitadas de Caetano Veloso e Gilberto Gil, estão no repertório do Pixainho. Tudo ilustrado de forma lúdica e divertida, com danças, histórias, distribuição de doces..., e com direito a muitos sorrisos, numa declaração de amor à cultura e ao povo brasileiros, e num exercício claro de cidadania!

Formado em 2002 por estudantes de música (todos registrados junto à Ordem dos Músicos do Brasil) com experiência em canto coral e uso variado de percussão, o Pixainho, interessado em alicerçar seu trabalho e buscar mais fontes para sua pesquisa, assistiu a diversos cursos e oficinas de história e folclore, percussão e dança.


Assistiu ainda a encontros de grupos de Folia de Reis em Cambuquira (MG), Mangueira e São Pedro da Serra (RJ). Participou de diversos encontros culturais, dentre os quais destacamos o sarau realizado pelo Coral Altivoz - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o sarau do Instituto dos Arquitetos do Brasil e o sarau do Colégio Pedro II, onde “cantou histórias” para alunos da rede pública federal. Além disso, fez apresentações em casas de cultura em Santa Teresa e na Lapa, bairros considerados reduto carioca de resistência artística.

Em julho de 2005 gravou a trilha sonora do curta-metragem Alinha, de Elissandro Aquino, baseado em conto de Marina Colasanti, dividindo com ele a direção musical do filme e em agosto do mesmo ano se apresentou na Mostra Caleidoscópio, no Espaço de Dança Patrícia Sauer, no Jardim Botânico, que reuniu dezenas de artistas plásticos e suas mais belas obras.

Nosso Repertório


A Sala tá Cheia – Ritual do Baião de Princesas, São Luis – MA
Bandeira Branca – Coxinho, Boi de Pindaré, São Luís – MA. O Boi, festejado em toda a Península Ibérica já antes do descobrimento do Brasil, é retratado aqui como exemplo do legado português à cultura brasileira, enquanto dança dramática que é. No Brasil ganhou aspectos rítmicos africanos, gestos e danças indígenas.
Juruguruna – Pajelança recolhida por Américo Azevedo na região Norte. A Pajelança é um ritual de cura que ocorre na Região Norte do Brasil, com elementos indígenas mesclados a outros do espiritismo, catolicismo e dos cultos afro-brasileiros.
Canto dos Escravos (Otê) – um dos cerca de 60 cantos recolhidos pelo historiador Aires da Matta, em Minas Gerais, exemplo de sincretismo religioso, este canto era entoado pelos negros escravos para pedir bênção e proteção para seu trabalho e sua comida. O Pixainho introduz este canto com um trecho do Navio Negreiro, de Castro Alves.
Xangô – Canto recolhido por Villa-Lobos, presente nas Canções Típicas Brasileiras (1919-1935). Musica incidental: Ponto de Xangô. Arranjo: Maurício Teixeira
Ponto de Oxum – Domínio Público
13 de Maio / Andar com fé – Djanira do Jongo / Gilberto Gil
Canto dos Escravos (Muriquinho Pequenino) – Mais um dos cerca de 60 cantos recolhidos pelo historiador Aires da Matta na Chapada Diamantina.
Caxinguelê – Vovó Maria Joana do Jongo, Serrinha, RJ. O Jongo chegou ao Brasil junto com os negros que eram trazidos nos navios negreiros, do Congo e da Angola, em sua maioria, e é considerado hoje um dos elementos formadores do samba e, por que não dizer?, alicerce da nossa identidade cultural.
Quem quer comprar? – Domínio Público/Guaratinguetá, SP: jongo entoado quando as crianças entram na roda para dançar (citação adaptada: Doce na feira, de Jair do Cavaquinho e Altair Costa)
É de Lorena (Lazir Sinval), Pisei na Pedra e Boi Preto (Mestre Darci do Jongo)
Candieiro – Teresa Cristina
Conto de Areia – Romildo Bastos e Toninho Nascimento
Na linha do mar – Paulinho da Viola
Marchinhas de carnaval – seleção de marchinhas que marcaram época. Se é carnaval, ótimo! Se não é, o Pixainho arruma um pretexto para cantar as marchinhas: a “Pixareta”, uma paródia às micaretas para dar vazão ao carnaval fora de época do Pixainho. Na seleção, marchinhas inesquecíveis de Chiquinha Gonzaga, Noel Rosa, Braguinha (o João de Barro), Mário Lago, dentre outros.

Na Asa do Vento (João do Vale/ Luiz Vieira)

Maracatu Misterioso ­– Antônio Madureira e Marcelo Varela
Balão de Ouro – Ritual do Baião de Princesas, São Luis – MA
Meu Divino São José / Baião da Penha – Domínio Público / Guio de Moraes e David Nasser Arranjo: Maurício Teixeira
Cauim – Ednardo
Cajuína – Caetano Veloso
Fuloresta do Samba – Siba
Sá Mariquinha das feição miudinha – Azinaldo e Pelê, grupo de coco negros e negras do Leitão, Leitão da Carapuça, PE.
Grande Poder – Mestre Verdilinho
Brilhantina – Domínio Público
Maré – Toada de Reisado Alagoano recolhido por Mestre Pitiguari
Congado de Minas Gerais – Domínio Público

Canto das fiandeiras – Domínio Público

Locais onde já nos apresentamos:

Severyna (Laranjeiras/RJ) -Café Cultural Sacrilégio (Lapa/RJ)Casa de Cultura Hombu (Lapa/RJ)Centro Cultural Laurinda Santos Lobo (Santa Teresa/RJ)
Na Aba da Lapa (Lapa/RJ)Espaço Alma (Cinelândia/RJ)Associação Scholem Aleichem (Botafogo/RJ)Teatro Odisséia (Lapa/RJ)Café Brasil (São Pedro da Serra, Nova Friburgo/RJ)Estephanio’s Bar (Vila Isabel/RJ)Grajaú Tênis Clube (Grajaú/RJ)Clube Campestre Guanabara/Café do Alto (Alto Leblon/RJ)Espaço Cultural Sérgio Porto (Humaitá/RJ)- Teatro do Jockey (Lagoa/RJ)